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Investimentos para atender o aumento da demanda, reduzir custos e garantir a segurança dos colaboradores.

Investimentos mostram o comprometimento com os clientes e colaboradores.

Ampliar e renovar o parque industrial. Estes são objetivos da Kohler & Cia e Kohmatex para o ano de 2021. O objetivo é ganhar mais agilidade, reduzir custos e continuar garantindo a segurança dos colaboradores no processo industrial. Os investimentos também são necessários para atender a crescente demanda do mercado, já que os últimos meses têm sido de produção alta para atender aos pedidos dos clientes.

“Na verdade, eu diria que os nossos investimentos atendem a três objetivos: melhoria de custos, aumento da demanda e renovação do parque industrial”, acrescenta o diretor Financeiro, Rubens Kohler.

Segundo ele, este é um dos mais expressivos investimentos dos últimos anos – mais de R$ 15 milhões. A frota de veículos – caminhões e utilitários – também está sendo renovada.

Os investimentos estavam previstos para 2020, mas foram adiados em função da pandemia. Com a melhora do cenário econômico, a diretoria decidiu retomar os projetos de renovação do seu parque industrial em 2021.

“Num primeiro momento, a pandemia trouxe muita indecisão e foi preciso colocar o pé no freio, depois de um ou dois meses percebemos melhora no cenário e voltamos a planejar os investimentos”, explica o diretor Industrial de Produção, Renato Kohler.

No setor de Tingimento, as duas novas máquinas vão trazer redução de insumos, de consumo de água e mais qualidade no produto final. Uma delas começou a rodar no começo de março, já a outra tem um prazo maior, mas deve estar pronta para entrar em operação ainda no primeiro semestre deste ano.

No setor de Acabamento, a Kohler & Cia e Kohmatex estão ampliando a capacidade de produção com a instalação da sétima Rama, na Kohmatex. A obra de alvenaria iniciou no começo de fevereiro e prevê a construção de três galpões de mais de 5 mil m², abrindo assim espaço para a instalação do novo equipamento junto à linha de produção.

“A obra também está sendo planejada a fim de permitir novas ampliações no futuro”, revela o diretor Comercial, Sérgio Kohler.

Ele também chama atenção que o investimento vai melhorar o fluxo produtivo. “A Rama será instalada na Kohmatex e desta forma, não vamos mais precisar iniciar o processo na Kohler & Cia e depois concluí-lo na filial”, justifica.

 

Obras de expansão na filial Kohmatex

 

 

Os investimentos também estão exigindo novas contratações, embora as empresas do setor têxtil enfrentem um “velho” problema: a falta de mão de obra qualificada. “Santa Catarina é o Estado que mais cresce no Brasil, tem muita gente vindo de outros estados, mas a mão de obra não é qualificada”, observa Renato. Para suprir essa carência, a Kohler & Cia e Kohmatex ajudam financeiramente seus colaboradores em cursos técnicos oferecidos por instituições como o SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), ou contratam trabalhadores que estão em fase final da qualificação.

 

Colaboradores da Kohler & Cia formados no curso de Técnico Têxtil do Senai

 

Para o diretor Comercial, Sérgio Kohler, tudo indica que o ano será promissor. “Evidente que ainda existe a pandemia, mas a empresa precisa se preparar para atender o crescimento da demanda e se adequar às exigências dos clientes”. Ele chama a atenção para as dificuldades de insumos (matéria-prima), principalmente na área de embalagem, onde existe escassez de papel e plástico.

Os custos destes insumos subiram muito nos últimos meses e os prazos de entrega também têm sido estendido. “Produto na verdade existe, mas o mercado está hoje voltado para a exportação em função da alta do dólar”, analisa Sérgio. A expectativa, segundo ele, é que o cenário não mude nos próximos meses. Mesmo assim, a Kohler & Cia e Kohmatex vêm conseguindo atender aos pedidos, embora não esteja aceitando novos clientes.

Matias Kohler, diretor Administrativo, lembra que, além dos investimentos em máquinas, as empresas vêm preparando os colaboradores para as mudanças do mercado, padronizando processos por meio de ferramentas internas como o Programa KSIM (Sistema de Inovação e Melhorias Kohler & Cia e Kohmatex), iniciado no segundo semestre de 2020.

“O objetivo é ter um melhor controle dos custos, evitar o desperdício, alinhar processos, ganhar em agilidades e segurança do trabalho”, argumenta o diretor Administrativo, Matias Kohler.

O diretor vê o KSIM como uma “virada de chave” nas empresas. “Estamos nos preparando para o futuro”.  Há, segundo ele, uma preocupação com o bem estar dos colaboradores, para que eles de fato se sintam parte do processo de crescimento da Kohler & Cia e Kohmatex.

“Estamos criando uma nova cultura dentro das nossas empresas, valorizando e se preocupando ainda mais com as pessoas”, reforça Sérgio Kohler.

Para Rubens Kohler, o programa de melhoria contínua vai ajudar as pessoas a serem mais pró-ativas e produtivas com menos esforço físico, isto é, fazer mais com menos. “Tarefas do a dia a dia, que antes eram feitas de uma maneira, descobre-se agora que podem ser feitas de outra, bem mais simples e seguras”, observa o diretor.

A Kohler & Cia e Kohmatex continuam trabalhando para a adequação total às Normas Reguladoras. As NRs padronizam todos os procedimentos de funcionamento de máquinas e equipamentos das indústrias quanto à proteção da saúde e segurança dos colaboradores.

“Nossas máquinas, equipamentos e processos precisam estar em conformidade, afinal, nossa maior preocupação é a proteção dos colaboradores”, revela Luiz César Kohler, diretor de Manutenção.

 

Máquina de tingir com relação de banho 1:5 totalmente adequada a NR 12

 

O assunto, inclusive, vem sendo tratado de forma ampla, com a participação de outras empresas do setor e coordenação do Associação Empresarial de Brusque (ACIBr). Essa união tem proporcionado a troca de experiências e de informação, permitindo às empresas locais entenderem melhor as NRs.

Internamente, a Kohler & Cia e Kohmatex contam com uma consultoria para auxiliar no processo, já que, num primeiro momento, os prazos de adequação se mostraram apertados.

“Definimos prioridades e passamos a atacar as inconformidades das mais complexas às mais simples, de acordo com o grau de risco para os nossos colaboradores”, explica Renato Kohler.

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