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Descarte correto e a natureza agradece!

Desde a sua fundação, a Kohler & Cia esteve preocupada com a preservação do meio ambiente.  Essa cultura da sustentabilidade é transmitida, diariamente, para seus mais de 500 colaboradores.

O supervisor de manutenção, também responsável pelo setor de caldeiras, estação de tratamento e compras da Kohler & Cia, Dirceu Luiz Dirschnabel, que há 14 anos trabalha na empresa, observa o compromisso de se dar a destinação correta para cada resíduo utilizado, como papel, papelão, plástico, vidro e ferro. Além disso, explica ele, “a empresa mantém, com a emissão de certificados, um descarte correto e específico para o lodo, cinza, óleo, pilhas e baterias”.
Segundo Dirceu, este protocolo disponibilizado pelas empresas que recebem os resíduos é a garantia do descarte correto, já que o serviço precisa estar homologado e de acordo com as exigências de órgãos ambientais. “A postura sustentável adotada pela empresa não permite que nenhum passivo seja deixado para trás. Desta forma, também geramos bons exemplos para a sociedade”, pontua.
Hoje, na Kohler & Cia e Kohmatex, os materiais que passarão pelo descarte já são separados dentro dos próprios setores. A empresa disponibiliza um espaço adequado para o depósito de cada resíduo. E mais: essa separação acaba gerando recursos financeiros, já que o papel, papelão e ferro velho são vendidos. “Assim é possível investir em outras áreas de reciclagem, como lâmpadas, pilhas e baterias”, acrescenta Dirceu.

 

Local de separação de resíduos antes do descarte.
Destino para os resíduos
O responsável pelo setor de caldeiras e tratamento de águas e efluentes da Kohler & Cia, Orides Baron, trabalha diariamente com resíduos como plástico, papelão, bombonas (PVC), lodo e as cinzas da caldeira. “O lodo é o resíduo da parte química do tratamento de água após o tingimento. A cada 30 horas uma caçamba deixa a empresa com este material, para o descarte correto em Brusque ou Blumenau, em organizações que atuam dentro das especificações exigidas pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA)”, detalha Orides.
A madeira, transformada em cavaco, é a matéria-prima das caldeiras e gera a cinza como resíduo, também destinada aos aterros industriais. Já os recipientes que trazem corantes e produtos químicos para a empresa, sejam em plásticos ou em bombonas, são enviados para descarte ou o próprio fornecedor faz o recolhimento no local.
Para o descarte de óleos, lâmpadas, vidros, pilhas e baterias, o responsável é o colaborador Grazimir Gerber, que trabalha no setor de compras. “O óleo é armazenado em tambores de 200 litros que, de tempo em tempo, recebe a coleta, também com a emissão de certificados. Já os vidros são colocados em uma área separada e seguem para descarte juntamente com as lâmpadas”, afirma.
A Kohler & Cia é parceira do projeto “EcoPonto”, realizado pelo Núcleo de Gestão Ambiental, da Associação Empresarial de Brusque (ACIBr). Em datas específicas, como o “Dia D”, a empresa costuma pagar por este descarte: R$ 1 por lâmpada e o vidro por quilo. Já as pilhas e baterias de controle remoto e de equipamentos de informática e as baterias usadas em carros e caminhões também passam pelo processo correto. “É um material bem específico, composto por metais pesados que poderiam contaminar o solo e prejudicar o meio ambiente. Por isso é necessário responsabilidade na hora do descarte, através de empresas que forneçam garantia do serviço”, conclui Grazimir.

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